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As mudanças e o ensino remoto emergencial

Vivemos um momento atípico no mundo inteiro. Enquanto colégio, aprendemos a nos estruturar no ensino remoto emergencial (ERE) — também chamado no momento de ensino não presencial. Atualmente, as aulas acontecem de duas maneiras diferentes: elas podem ter um formato sincrônico, ou seja, os alunos entram em contato com o professor na sala de aula […]


Em 01 de dezembro de 2020

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Vivemos um momento atípico no mundo inteiro. Enquanto colégio, aprendemos a nos estruturar no ensino remoto emergencial (ERE) — também chamado no momento de ensino não presencial. Atualmente, as aulas acontecem de duas maneiras diferentes: elas podem ter um formato sincrônico, ou seja, os alunos entram em contato com o professor na sala de aula virtual em tempo real — os horários são sempre agendados de acordo com um cronograma. Ou então temos um outro formato, o das aulas assincrônicas, que podem ser gravadas e depois disponibilizadas para os alunos ou, também, podem ser aulas compostas por exercícios e trabalhos que a turma deve realizar. Durante todo esse período, seguimos as orientações oficiais propostas pelos órgãos responsáveis no Brasil, Paraná e em Pinhais. Do mesmo modo, também seguimos o calendário escolar de 2020, conforme proposto.

Entendemos que o retorno das atividades escolares será gradual e que provavelmente haverá uma ampliação do ERE para um sistema de ensino híbrido que envolva não apenas o modelo remoto, mas também o presencial. Essa combinação do ensino presencial com as aulas remotas exigirá novos planejamentos e também a aquisição de novos recursos tecnológicos que efetivamente viabilizem esse retorno. 

Em termos pedagógicos, a organização dos nossos conselhos de classe, do acompanhamento da frequência e do desenvolvimento escolar seguem de acordo com a proposta apresentada ao Núcleo de Educação. Nossos alunos recebem, como de costume, o devido acompanhamento pedagógico: Na Educação Infantil apresentamos um parecer descritivo semestral, enquanto no Ensino Fundamental e Médio foi feita uma adaptação das avaliações e todos recebem o boletim escolar bimestral com as notas proporcionais ao desempenho. Mesmo as recuperações estão sendo aplicadas regularmente. 

Tanto o retorno das atividades escolares do novo ano letivo, quanto o planejamento do calendário escolar 2021 estão seguindo um cronograma estabelecido. Além disso, o nosso planejamento inclui uma avaliação diagnóstica de retorno, que será usada como parâmetro para definir uma grade de aulas de reforço para aqueles alunos que eventualmente possam precisar. Inclusive, já estamos acompanhando esses casos para avaliá-los posteriormente. Desse modo, a nossa ação de trabalho se concentra na individualização da aprendizagem, e não na homogeneização das classes ou dos alunos. A escola, portanto, deverá se concentrar em cada aluno individualmente. 

Apesar de continuarmos sem previsões concretas para um retorno efetivo de todas as atividades escolares, seguimos com os nossos planejamentos da melhor forma possível para promover o desenvolvimento das competências dos nossos alunos.

Esse é o primeiro artigo de uma série sobre o período de Ensino Remoto Emergencial. Em breve traremos mais textos sobre o assunto!